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quarta-feira, 8 de março de 2017

Projeto alunos leitores: Acróstico


       Acróstico é um gênero de composição geralmente poética, que consiste em formar uma palavra vertical com as letras iniciais ou finais de cada verso gerando um nome próprio ou uma sequência significativa.
      Os acrósticos já existiam na antiguidade com escritores gregos e latinos e na Idade Média com os monges. Foi um gênero muito utilizado no período barroco, durante os séculos XVI e XVII, e ainda hoje é muito utilizado por pessoas de várias faixas etárias, classes sociais e culturas diferentes.
       A palavra ACRÓSTICO originou-se da palavra grega Ákros (extremo) e stikhon (linha ou verso), onde o prefixo indica extremidade, apontando a principal característica desse tipo de composição poética: as letras de uma das extremidades de cada verso vão formando uma palavra vertical. Mas as letras podem também aparecer no meio do verso. Por: Ana Paula Araújo 
Fonte: http://www.infoescola.com/literatura/acrostico/ 



Algo maravilhoso aconteceu em mim quando
Meus olhos encontraram os seus pela primeira vez
O mundo ganhou uma nova cor e meu coração foi
Renovado depois de uma eternidade de solidão.

Medo do não existir
O que é natural para nós 
Restritos seres que somos 
Tentando buscar respostas
E explicar o que não explicamos.


Aluna: Luna Resende Macedo do 9 ano A do Colégio Ávila

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Resenha: ProCura-se um Coração





"Procura-se Um Coração" é um livro emocionante. Escrito por Lúcia Seixas, esta obra literária descreve vários sentimentos, do ódio ao amor.
Ana, a mãe de Lela está doente e precisa de um transplante de coração. Mesmo estando em condições fragilizadas, ela está se separando de seu marido pela terceira vez; porém, agora parece definitivo.
Enquanto isso, Lela está com um dilema em seu coração e tenta solucioná-lo de uma forma que não magoe ninguém. 
Com toda essa confusão, Lela percebe que o amor pode surgir de onde menos se espera.
"Procura-se Um Coração" é um livro intrigante que promete prender o leitor em seu enredo do início ao fim.

Por: Ana Luiza Rossi Carvalho ( 9º B do Colégio Ávila)

ProCura-se um Coração - Lucia Seixas

Recentemente adotei o livro ProCura-se um Coração de Lucia Seixas para a turma de 9º ano do Colégio Ávila. Entrei em contato com a autora que prontamente respondeu, dizendo o que é esperado da leitura e qual a abordagem da enredo. Muitos foram os elogios dos alunos que estão empolgados e emocionados com essa linda história que envolve solidariedade, dramas familiares e um romance apaixonante.
Certamente outros livros dessa fantástica autora serão adotados e trabalhados em minhas aulas. 
Obrigada, Lucia Seixas, pela atenção dispensada aos seus leitores. Conte comigo!


Olá Célia!


Muito obrigada por sua mensagem, foi um prazer recebê-la.

Eu gostaria de dizer aos seus alunos que espero que eles gostem muito do livro e que essa leitura os leve a uma reflexão sobre coisas importantes da vida como a solidariedade, o amor e a compaixão, sentimentos que se juntam ao mistério da morte no caso da doação de órgãos. 

Não são temas fáceis, pois quando se é jovem ninguém gosta de pensar em tristezas, não é mesmo? Mas acho que todos vão gostar do livro porque ele conta também uma bonita história de amor. 

Esse livro já inspirou muitas iniciativas legais em escolas como campanhas de doação de órgãos e até um filme, que está no youtube! Enfim, são coisas maravilhosas que esse livro me proporcionou e eu espero que seus alunos também gostem da leitura. 

Um beijo pra você e, se possível, depois me mande retorno do que os alunos acharam do livro, ok? E não se esqueça de me informar o seu blog para eu conhecer!

Obrigada, mais uma vez,

Lu​
cia Seixas

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Delicioso café da manhã com os aluninhos do 8º ano da Escola Nova Opção


                                                                                                                              Valeu, pessoal!!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Projeto: Alunos leitores

Resenha: Ciumento de Carteirinha



      Com autoria de Moacyr Scliar, um dos maiores escritores do Brasil (também autor de "Uma História só para Mim), Ciumento de Carteirinha é um livro intrigante. Após um problema com a escola, o personagem principal, Queco, e seus três melhores amigos tem a missão de ajudar a escola a se reerguer.
      Eles contam com a ajuda do Destino (isso mesmo, com "D" maiúsculo") que coloca uma "ajudinha" no meio do caminho. Ocorrerá, na cidade vizinha, um julgamento a ninguém menos que Capitu; uma das personagens mais marcantes de Machado de Assis. Capitu traiu, ou não? Mas no meio do caminho, tinha uma pedra. Uma pedra não, um monstro de sete cabeças. O ciúme. Ciúme que causa ações e reações que fogem do nosso controle, se o deixamos dominar. 
           Acompanhe o Destino de Queco, Júlia, Nanda e Vitório contra este monstro de sete cabeças!

                                                                                              Por: Ana Luiza Rossi Carvalho

sábado, 28 de maio de 2016

Projeto: Alunos leitores

Descobrindo o Amor

O amor vem de repente
Você não controla o que sente
Amar pode até doer às vezes
Mas não importa o que aconteça
Você continua amando
Desse teu jeito besta


Tantas vezes tentei esquecer
Mas não adianta
Não tem o que fazer


Eu me apaixonei, bem de repente assim
Não deu pra te esquecer
Mesmo não gostando de mim
Como agir, o que falar?
É tanta coisa para pensar


O melhor é ser eu mesma
Se não conseguir, é melhor que eu te esqueça
O tempo passou, amadureci
Deixei o que jamais sentiria por mim


E já se foi
Já é passado
Aquele velho amor
Foi para o espaço

Por: Nicole Aguiar Mesquita (8º B)

          A poesia pode ser caracterizada pela manifestação da beleza e estética através forma de palavras combinadas para comover e sensibilizar despertando sentimentos. É uma forma de arte com poder de inspiração e encantamento. Parabéns pela poesia, Nicole.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Um mosquito, três doenças. Combata o Aedes aegypti!

    Dengue, Zika e Chicungunya. Aedes aegypti. Duvido que você não esteja cansado de ouvir estas palavras. Em todos os sistemas de comunicação se ouve muito essas palavras devido a epidemia destas doenças.
     “É culpa do governo”, muitos dizem. “Maldito mosquito”. Em partes. Para combater esta epidemia é necessária a exploração da educação de nós, brasileiros. Hoje, não é estranho ver algum foco de dengue. O que é estranho mesmo, é vermos alguém combatendo isso.
     Eu estava indo para a escola em um dia de chuva. Na minha frente, uma menina abriu uma garrafa jogou a tampinha dela no chão. Onde está a educação nessas horas? Eu peguei a tampinha e fui segurando ela até achar outra lata de lixo. Fiquei pensando, será que está menina foi aos manifestos? Será que ela se queixa do governo não estar recolhendo o lixo das ruas? Era tão simples. Bastava segurar a tampinha por alguns metros e ela combateria não uma, mas três doenças.
    Já pararam para pensar o quanto é fácil? Mas isto se torna tão difícil perto de uma sociedade mais preocupada com qual roupa, qual maquiagem, qual boné vai usar pra sair do que com a saúde nacional. Falando isso, podem achar que estou defendendo o governo mas não. Estou equilibrando a culpa. A culpa é sim das pessoas que  não fazem sua parte e jogam lixo nas ruas. A culpa é sim do governo que não recolhe lixo e entulho das ruas. A culpa é sim daquela menina e de tantas outras pessoas que já jogaram uma tampinha na rua. A culpa é sim minha e sua.
     Depois de tudo isso, caro leitor, você vai continuar matando pessoas? É isto que você está fazendo ao jogar lixo nas ruas. Um mosquito, três doenças. Ainda temos isto ao nosso favor. São ações simples e você já deve estar familiarizado com elas.

     “Não jogue lixo nas ruas, ponha areia nos pratos de vasos, feche sua caixa d’água, limpe as calhas de sua casa”. E como dizia Newton, “a toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade”. São pequenas as ações que fazemos, mas se forem 205 milhões de pessoas fazendo isso será uma grande ação que gerará uma grande reação. Será um problema a menos para que o Brasil cresça bem e os jovens de hoje, possam exercer seus deveres bem quando se tornarem adultos.                    Combata o mosquito Aedes aegypti! 

                                                                          Ana Luiza Rossi Carvalho

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Projeto: Alunos leitores

              Resenha: Gabriel e a torre de pedras 

             


              O livro tem como tema a filosofia e o amadurecimento e transformação do personagem Gabriel. No início nosso protagonista era um aluno que não se esforçava, não dava a mínima para a escola. No colégio apenas se importava com o vôlei, seu esporte preferido e com os seus amigos. O antagonista desse livro é Rodolfo que foi comparado pelo próprio Gabriel como sendo o ''Darth Vader'' da escola.
             Gabriel tinha pais que trabalhavam muito ,Sérgio e Maria Lúcia , tendo pouco tempo para dar atenção aos seus filhos. Tinha uma irmã ,Lucinha , que só tinha olhos para seu namorado, Otávio. Além disso tinha um avô com o qual não possuía muita intimidade, mas com o passar do tempo, entre eles foi cultivado uma grande amizade. Seu vô, Chico, além de lhe ensinar os valores da amizade também lhe ensinou muitas lições de filosofia, que a partir destas, permitiu que Gabriel tivesse uma visão diferente de ver o mundo.
           No final, Gabriel já é um aluno esforçado e responsável e que já havia amadurecido muito. Além disso, o jogo que antes era ''necessário'' para Gabriel, agora já era considerado uma mentira, já que Gabriel sabia que devia dar mais importância à realidade. Seu pai e sua mãe também acabaram mudando, percebendo que deviam ter mais tempo livres para dar mais atenção aos filhos , Gabriel e Lucinha.

                                Feito por João Pedro Delfino Portilho Sousa - Aluno do Colégio Avila-8º B

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Projeto: Alunos leitores

            
Resenha: Cidades de papel



            Cidades de Papel é um livro escrito por John Green que também é autor de “A culpa é das estrelas”, “O Teorema Katherine” e “Quem é você, Alasca?”. Com esta série de livros se tornou um querido entre o público juvenil e a crítica.
            Se você gosta de aventuras, lições e enigmas, Cidades de Papel é o livro perfeito! Desde o início já bem enigmático com a história de Quentin e Margo desde a infância até a juventude. Quando Margo aparece na janela de Quentin começam as aventuras e lições.
            John Green consegue esclarecer as pontas soltas e deixar dúvidas o que me surpreendeu muito. Foi meu primeiro livro do autor e já amei! É um livro cheio de metáforas e conceitos bastante sugestivos. Demonstra bastante a juventude e os vários tipos de jovens. É uma espécie de releitura da vida real com uma pitada de imaginação. Resultado: um livro muito bom! Super recomendo! Leia e curta aventuras entre as Cidades de Papel.

                                                                Ana Luiza Rossi Carvalho(Aluna do Colégio Ávila, 8º B)

Projeto Alunos Leitores

     

         Projeto Alunos Leitores é um projeto desenvolvido em que disponibilizo uma parte deste blog para a postagem de resenha produzidas por alunos que assim como eu demonstraram um gosto para a leitura.
         Para participar entre em contato comigo. E lembrando que a resenha deve ser de autoria própria (não vale plágio).

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Uma reflexão sobre ser professor

A língua é um bem comum a todos e constitui-se uma atividade essencialmente social. Participamos em nosso dia a dia de diversas situações comunicativas, nas mais variadas práticas sociais: uma aula, uma conversa ao telefone, um bilhete ou um e-mail que escrevemos, um artigo que lemos no jornal e assim por diante. A linguagem está presente em quase tudo o que fazemos. A criança desde cedo já observa, antecipa, interpreta, interage com o mundo, dando significado aos seres, objetos e situações que a cercam.
O professor deve, portanto, considerar essa experiência do aluno e desenvolver atividades que contribuam para o aperfeiçoamento de sua forma de dar sentido às coisas do mundo. Um dos modos de enriquecer esse processo é utilizar textos dos mais variados gêneros, que divirtam, emocionem, envolvam o aluno. Uma tarefa que cabe às escolas de Ensino Fundamental é a formação de leitores e escritores autônomos, ou seja, que consigam lidar com as exigências do texto escrito de maneira voluntária, consciente e intencional, seguindo definição dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs): "um projeto educacional comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso a saberes lingüísticos necessários para o exercício da cidadania".
A leitura é um processo de construção de sentido; não é apenas decifrar palavras escritas, mas também ter competência para decifrar a realidade. O leitor competente é aquele que compreende o que lê, identifica elementos implícitos, relaciona o texto que lê a outros textos já lidos, sabe que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto, justifica e valida a sua leitura a partir da localização de elementos discursivos. Este amadurecimento só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos diversos. A leitura sempre será um tema de preocupação para os educadores.
Devemos sempre procurar novas formas de incentivo, principalmente no Ensino Fundamental, pois é nessa etapa da vida que os alunos desenvolverão a criatividade e o senso crítico. A função do professor é avaliar os procedimentos de busca de sentido que os alunos já utilizam e incorporá-los à prática de leitura em sala de aula, contribuindo para ampliar a competência deles nessa área.
A leitura está intimamente relacionada com a escrita. Por meio de diferentes atividades de leitura, o aluno vai adquirir o hábito de observar como os textos são construídos e isso influenciará na forma com que eles produzirão seus próprios textos. Assim como o ato de ler, escrever é um processo de construção e reconstrução de sentidos em relação ao que se vê, ao que se ouve, sente e pensa. Por isso, é muito difícil para o aluno escrever sobre um assunto sobre o qual ele não faz nenhuma leitura.
Quanto mais experiências de leitura ele tiver, mais fácil será o processo de criação textual. Além disso, escrevemos um texto pensando no leitor. Marcos Bagno afirma no livro "Pesquisa na Escola - o que é, como se faz" que "saber que seu texto não será lido apenas pelo professor ou por um grupo de colegas certamente levará o aluno a querer preparar um texto bem elaborado, bem escrito, agradável de ler, coerente e interessante". Tenho visto que algumas instituições insistem em separar as aulas de "Português" e "Produção textual", o que leva na maioria das vezes ao ensino puro de gramática na primeira e a produção descontextualizada na outra.
O entendimento dessa relação leitura/escrita mostra que a escola deve diversificar as leituras e práticas de produção textual, oferecendo situações que estejam relacionadas às necessidades de uso da linguagem, assim como acontece na vida cotidiana, além de promover a reflexão sobre os diversos gêneros e o uso da língua.
O aluno deve encontrar na escola espaço aberto para expor suas ideias, opiniões, experiências vividas. Aprender a escrever, no sentido de construção do discurso, requer uma prática constante que somente é aperfeiçoada com o tempo e por meio de muitas leituras. As aulas de Língua Portuguesa, portanto, podem e devem fomentar inúmeras propostas de trabalho que possibilitem a leitura, a produção de textos e, consequentemente, a produção de sentidos. Assim, a escola estará contribuindo para a formação de sujeitos autônomos, capazes de agir sobre a sociedade em que vivem.
Por: Glayci Kelli Reis da Silva Xavier

sexta-feira, 3 de julho de 2015

10 coisas que levei anos para aprender - Luis Fernando Veríssimo

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.
8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.